Cala a boca já morreu |
2019

Ação na Ocupação 9 de Julho, São Paulo

Ação na Ocupação 9 de Julho, São Paulo

Ação na Ocupação 9 de Julho, São Paulo

Ação em Colônia, Alemanha

Ação em Colônia, Alemanha

Ação em Colônia, Alemanha

Ação no espaço Casa das Rosas, São Paulo

Ação no espaço Casa das Rosas, São Paulo

mulher 006

Instalação no MAB - Museu de Arte Brasileira, São Paulo

Instalação no MAB - Museu de Arte Brasileira, São Paulo

Instalação no MAB - Museu de Arte Brasileira, São Paulo

Instalação no Centro Universitário Maria Antonia, São Paulo

Instalação no Centro Universitário Maria Antonia, São Paulo

Instalação no Centro Universitário Maria Antonia, São Paulo

O que você não quer mais calar? A partir desta pergunta, tenho conversado com mulheres pelas ruas de diversas cidades. Destas conversas, tiram-se frases que explicitam as demandas e desejos destas mulheres, fotografadas, em seguida, com o cartaz contendo a frase extraída.

Este trabalho dialoga diretamente com o momento atual, principalmente no Brasil – mas não apenas – quando vivenciamos a derrocada das democracias e o fortalecimento de movimentos de direita ameaçando as liberdades individuais e coletivas, colocando em risco conquistas históricas feitas à duras penas. Dar voz às mulheres, indistintamente, em ruas e outros espaços públicos é um ato de luta e resistência. A rua torna-se local para trocas e encontros, confrontos de ideias e relatos íntimos entre as mulheres interessadas em participar.

69 das 103 fotos registradas entre Março e Outubro de 2019 foram traduzidas para desenhos, em grande formato, feitos diretamente em paredes de espaços expositivos, do Centro Universitário Maria Antonia (na exposição “É tarde, mas ainda temos tempo) e do Museu de Arte Brasileira (na exposição do 7o Prêmio Marcantonio Vilaça), em São Paulo. Posteriormente poderão tomar, também, a forma de publicações, cartazes ou outras mídias.

Este é um trabalho em processo e, como tal, em contínua reflexão para seus possíveis desdobramentos.

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