É tarde, mas ainda temos tempo | It's Late, but we Still Have Time
2019

Aviso

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Linha de sonhos

Linha de sonhos

Linha de sonhos

Em contato

Manual de Instruções

Manual de Instruções

Para fazer-se ar / Para fazer-se mar

Encontre-se

Encontre-se

Encontre-se

Encontre-se

Outra Identidade

Falta-me qualquer coisa que seja feita de vento

Escuto histórias de amor

Escuto histórias de amor/Linha de sonhos

Empresto meus olhos aos seus

Ninguém manda no que a rua diz

Cala a boca já morreu

Cala a boca já morreu

Cala a boca já morreu

Cala a boca já morreu

Cala a boca já morreu

Cala a boca já morreu

Cala a boca já morreu

Esta mostra, com curadoria de Galciani Neves, configura-se como uma panorâmica de meus vinte anos de trajetória, celebrados recentemente em um livro lançado em dezembro de 2018, cujo título Para que algo aconteça reafirma meu interesse por uma arte que propicie encontros – sejam eles efêmeros, amorosos, incômodos ou mesmo inconvenientes. Encontros que podem ser, antes de tudo, enfrentamentos entre os sujeitos participantes de minhas ações e eles próprios.

Aqui, obras realizadas em espaços públicos (Troco sonhos, Escuto histórias de amor, Para fazer-se ar, Para fazer-se mar, Em contato, Escute!, Empresto meus olhos aos seus) foram traduzidas para o espaço expositivo em forma de objetos, filme ou fotografias.

A exposição conta, ainda, com novos trabalhos, tais como:

Cala a boca já morreu, uma série de desenhos, feitos diretamente em uma das paredes da sala, de 40 mulheres com quem conversei no entorno do Centro Maria Antonia durante o mês de março de 2019, perguntando-lhes o que elas não querem mais calar.

Encontre-se , mesa interativa com 14 carimbos contendo frases retiradas de documentos oficiais de cartórios e outras repartições públicas.

Ninguém manda no que a rua diz, projeção de 130 frases coletadas pelas ruas de diversas cidades.

Leia aqui o texto da curadora, Galciani Neves

It’s Late, But we Still Have Time

Curated by Galciani Neves, this show comprises a panorama of my twenty years of career, recently celebrated in a book published in December 2018 whose title, For Something to Happen, emphasizes my interest in an art that provokes encounters – whether ephemeral, amorous, uncomfortable or even inconvenient. Encounters that may be above all confrontations between the subjects participating in my actions and their own selves.

Here works made in public spaces (Exchanging Dreams, Listening to Love Stories, To Become Air, To Become Sea, In Contact, Listen! I Lend You My Eyes) have been translated into an exhibition space in the form of objects, film or photographs.

The exhibition also has new works, including:

Cala a boca já morreu*, a series of drawings made directly on one of the room’s walls of 40 women with whom I talked in the surroundings of the Maria Antonia Centre during March 2019, asking them what they no longer wished to keep silent about.

Find Yourself, an interactive table with 14 rubber stamps containing phrases taken from documents held in registry offices and other public departments.

No One Tells the Street What to Say , a projection of 130 phrases collected in the streets of diverse cities.

* The original title in Portuguese comes from a saying “Cala a boca já morreu, quem manda na minha boca sou eu” which means literally: “Shut Up” is Dead, I Am the One Who Commands my Mouth.

Read the text by the curator, Galciani Neves here

 

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